Plantio Comercial de Florestas

FLORESTAR > UM INVESTIMENTO SOCIAL

 

RETROSPECTIVA 2006

Final de ano é tempo de ponderar e refletir sobre as atividades que permearam o nosso dia a dia. O setor de base florestal continuou investindo, a produção aumentou, as exportações cresceram e a área plantada para dar suporte à demanda futura de madeira, estima-se que tenha sido superior a 400 mil hectares. Muitos novos empregos foram gerados no setor que, inclusive, promoveu crescente inserção de pequenos e médios produtores rurais no processo de produção florestal. A balança superavitária do País em 2004 (cerca de US$ 33 bilhões) contou com expressiva participação do setor florestal (cerca de US$ 6 bilhões). Poderia ter sido mais. Diretrizes de política e de legislação florestal, tanto para florestas plantadas como para florestas nativas, foram retomadas e discutidas nos fóruns governamentais e legislativos, envolvendo o setor produtivo e a sociedade em geral. Houve alguma evolução, porém, várias questões de importância fundamental para a competitividade do setor ainda precisam ser devidamente equacionadas.

SILVICULTURE-SE

A base florestal brasileira contempla florestas naturais e plantadas. Da área total do território nacional, cerca de 66% é coberta por florestas naturais, 0,5% por florestas plantadas e o restante (33,5%) por outros usos, tais como: agricultura, pecuária, áreas urbanas e infra-estrutura. A isto pode-se acrescentar que cerca de 22% das espécies da flora e aproximadamente 20% da água do planeta estão em território brasileiro. Há uma plena convicção, particularmente nos meios técnico-científicos e acadêmicos, de que as atividades floresto-industriais e os produtos extraídos das florestas, para os mais diversos usos (madeira, celulose e papel, carvão, painéis, resinas, bebidas, fármacos), fazem do recurso florestal no Brasil, se gerido de forma sustentável, importante e imprescindível fator para o desenvolvimento rural, além de se constituir em suporte para uma indústria transformadora próspera, moderna e competitiva, num contexto de ampla inserção e aceitação social, além de proporcionar importante melhoria dos recursos naturais fundamentais como a água, o solo, o ar e a biodiversidade. A Floresta com tecnologia é Investimento econômico, social e ambiental; promove a segurança social e alimentar, apoia as ações de conservação do meio ambiente e promove a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. Fonte: Vitor Afonso Hoeflich - Embrapa Florestas.

 

FLORESTAR é investimento seguro de nenhum risco e de retorno garantido; plantar glebas de um a dois hectares em áreas de pequenos produtores é como o FGTS destes.   Espécies como o Cedro rendem aproximadamente R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) por hectare, com inicio de produção aos três anos e termino até quinze anos, tal qual o Neem, arvore de origem na Índia com rendimento de igual valor e com prazos parecidos.  

 

Ações de desenvolvimento para o crescimento sócio econômico de regiões usando o florestamento como geração de emprego e renda, já estão sendo realizadas através do Engenheiro Agrônomo Rommel Sauerbronn da Cunha, em Piedade, cidade a 150 km de São Paulo.  Projeto denominado:

 

FUNDO VERDE DE APOSENTADORIA - FLORESTAMENTO NOBRE:

A grande maioria dos pequenos agricultores do Brasil trabalha, de sol a sol, uma vida toda e se aposentam pelo INSS com um salário mínimo por mês.  Hora, todos sabemos que esse valor é muito pouco, pois mal dá para a aquisição dos remédios que muitos são obrigados a comprar.

 

Nossa proposta é muito simples: Numa primeira fase, para o ano de 2.006, estaremos implantando no município de PIEDADE, 20 projetos pilotos de Cedro Australiano ( Toona ciliata) e Cedro Chinês (Toona sinensis), espécies florestais exóticas e muito pouco conhecidas no Brasil, árvores de rápido crescimento que produzem madeira de excelente qualidade.

 

Os projetos pilotos ocuparão área entre 1 e 10 ha cada, em 20 bairros diferentes do município.

 

De acordo com a EMBRAPA-FLORESTAS o plantio do Cedro Australiano é recomendável para a região Sul e Sudeste do Brasil e tem um Incremento Médio Anual (IMA) de 20 m3/ha/ano.

 

Com a implantação desses florestamentos, convidaremos as instituições de pesquisas oficiais para acompanharem e desenvolverem trabalhos técnicos com essas nobres espécies florestais nas condições edafoclimáticas de Piedade.

 

Com 2 ou 3 anos, confirmando-se o ritmo de crescimento esperado, proporemos um amplo Programa de Fomento de Plantio, de forma a atender a todos os proprietários rurais do município, que queiram garantir o seu FUNDO VERDE DE APOSENTADORIA , com 1,0 ha cada por R$ 10.000,00 (dez mil reais)

Considerando a implantação de 3.000 ha de florestamentos nobres, podemos esperar receitas à partir do quarto ou quinto ano, com a comercialização dos desbastes, produtos e corte final das arvores, num valor de R$ 150.000,00/ha. Esta nova atividade poderá gerar para a economia local algo em torno de R$ 450.000.000,00 (quatrocentos e cincoenta milhões de reais).

 

 

MÓVEIS CERTIFICADOS ORGÂNICOS: Estaremos organizando os agricultores numa Cooperativa de pequenos fazendeiros florestais para que seja feito todo o processamento da madeira e comercialização dos móveis.

 

A partir do quarto ou quinto ano, com os desbastes das florestas, encaminharemos essas “torinhas” para uma serraria local que será reativada, a qual fará os desdobramentos em pranchas e pequenas taboas, que serão destinadas as marcenarias locais que também serão reativadas. 

 

A marcenaria está na cultura do povo trabalhador de Piedade. Existem muitos marceneiros parados com a profissão por absoluta falta da matéria prima MADEIRA DE QUALIDADE. Basta disponibilizarmos boa madeira, por um custo acessível, que imediatamente conseguiremos retorná-los a este importante e lucrativo oficio que á a produção de móveis de qualidade.

 

Seguindo um DESIGN próprio, com a “cara” e marca de Piedade, desenvolvido por profissionais da área, produziremos uma completa linha de móveis de cedro, através de modernas técnicas de colagem, com a finalidade de atender aos consumidores classe A do Brasil e principalmente o mercado externo, extremamente carente de móveis com selo verde, produzidos por agricultores familiares que respeitam o meio ambiente.

 

Nesse sentido estamos cumprindo uma agenda de viagens internacionais, para a Europa, Índia e Japão que estão muito interessados em conhecer a qualidade dos móveis certificados do Brasil, com enormes possibilidades de negócios.

 


OUTRAS ESPÉCIES:

Paralelamente a introdução do cedro australiano, estaremos implantando em Piedade, outras espécies florestais exóticas e nativas do Brasil com finalidades madeireiras e não madeireiras como Unidades de Observação.

 

Com o intuito de enriquecer nossas reservas florestais naturais e as áreas de preservação permanente (APPs) estaremos implantando a espécie nativa do Brasil conhecida como JACAREÚBA OU GUANANDI (Calophyllum brasiliense) que é a primeira madeira de lei do Brasil, de acordo com Llei do Império de 1.835, motivo pelo qual até hoje quando alguém, quer dizer que uma madeira é de boa qualidade, diz é madeira de lei.

 

A JACAREÚBA produz MADEIRA DE EXCELENTE QUALIDADE, comparada ao MOGNO e seu cultivo vem se desenvolvendo com sucesso em países da América Central e muito recentemente aqui no Estado de São Paulo.

Rendimento estimado R$ 400.000,00 por hectare em 18 anos.

 

Nas áreas de preservação permanente a finalidade é produção de sementes e em cultivos a sol pleno para produção de sementes e principalmente MADEIRA NOBRE.

 

Para quem quer um investimento seguro, informações;

 

Quanto custa investir no Fundo Verde de Aposentadoria?

R: R$ 10.000,00 (dez mil reais) por hectare.

No que compõe este investimento?

R: Elaboração de projeto, tecnologia de implantação, mudas certificadas, assistência técnica durante os dois primeiros anos e seguro florestal.

 

Quem pode investir no FUNDO VERDE DE APOSENTADORIA?

R: Qualquer cidadão.

 

Se tiver uma propriedade rural (terra), ótimo.  Se não tiver, não tem problema, pois o encaixamos em um dos nossos projetos em instalação à sua escolha.

 

Regiões do Brasil que estamos com projetos pilotos em implantação

1) Vale do Jequitinhonha – MG

2) Serra da Canastra-MG

3) Rio das Ostras-RJ

4) Vale do Ribeira-SP

5) Estado do Mato Grosso

6) Piedade-SP

7) Pedro Afonso-TO

8) Ponte Alta do Tocantins-TO

9) Dianapolis-TO

 

À medida que os Projetos forem se consolidando, estaremos arrendando terras ao redor dos projetos pilotos para a expansão dos FLORESTAMENTOS NOBRES, atendendo todas as pessoas que tiverem visão para essa extraordinária e rentável atividade.

 

Estaremos unindo quem tem os recursos com quem tem terras paradas, através de contratos de arrendamento/ parcerias entre outras modalidades. O importante é que a terra cumpra sua função social que é de produzir riquezas para o bem estar do homem, respeitando rigorosamente o nosso meio ambiente.

 

 

FINANCIAMENTOS.

 

Para os projetos pilotos, em caráter excepcional, estamos com uma linha de financiamento próprio, que pode ser pago em 5 vezes sem juros, através de cheques pré-datados.

 

E quem acredita no negócio e não tem dinheiro para investir?

 

R: Estaremos elaborando projetos de financiamento de credito rural, com recursos oficiais do BNDES, que poderá ser repassado pelo Banco do Brasil ou outros Bancos de relacionamento do cliente.

 

Limite de credito R$ 150.000,00 por empresário por ano

Limite de Financiamento 100 %

Condições juros fixos de 8,75% ao ano sem correção monetária

Prazo de Carência até 8 anos

Prazos para pagar até 12 anos

 

 

COOPERATIVISMO.

Na região do Tocantins as propostas de parcerias serão realizadas através da FLOREST.TO, empresa de participação acionaria, com condições de financiamentos privilegiadas com taxas de juros de 4,75% e desconto de pontualidade de ate 25% nas parcelas, com áreas próprias e com garantia da própria floresta.

 

A FLOREST.TO, uma empresa composta de quatro grupos distintos, sendo um grupo gestor, um grupo acionário, um grupo tecnológico e um grupo operacional, sendo este último, na forma de sistema cooperativista formada por trabalhadores da região a ser formatada a floresta.

 

   

Seja um Empresário Rural

 

Você pode participar destas propostas formando grupos de investimento!

 

Garantias Reais

 

Contato e Agendamento:

 

CASTRO, Valdomiro S.B. Castro

Diretor Presidente da C&C Serviços e Participações Ltda

FLOREST.TO – Fundação Florestar Tocantins  

E-mail: castro@castro.to                Web: www.castro.to 

 

Renê Bellaguarda de Castro

Diretor de Desenvolvimento Comercial

FLOREST.TO – Fundação Florestar Tocantins

E-mail: renebellaguarda@castro.to Web: www.castro.to e www.agroservice.tk

 

 

 

Programa incentiva plantio florestal para geração de energia

Para ampliar o estímulo ao plantio de florestas e a recuperação de  áreas degradadas em todo o país, o  PropFlora - Programa de Plantio Comercial de Florestas passará a financiar também a cultura de espécies exóticas para a geração de energia. A novidade consta do Plano de Safra 2004/2005, que será anunciado nesta sexta-feira (18) no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), a partir das 9h30 min.

O Programa foi lançado em 2002 com uma articulação dos Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura e do Banco do Brasil para incentivar a plantação de florestas para uso industrial e a recuperação e a manutenção de áreas de preservação permanente e de reserva legal. Os beneficiados são associações, cooperativas e produtores rurais.

Com o incentivo do PropFlora ao plantio de árvores exóticas de crescimento rápido, fornos para secagem de grãos, por exemplo, poderão ser abastecidos com espécies como o eucalipto, poupando as florestas nativas e reduzindo o desflorestamento. Contribuirá, ainda, com o Plano para a Prevenção e Combate do Desmatamento na Amazônia, lançado em março pelo Governo Federal. Além disso, haverá geração de empregos e de renda, diversificação das atividades no campo e conservação da água e do solo.

O Programa vai disponibilizar até R$ 150 mil para cada produtor, somando R$ 50 milhões em investimentos. A liberação dos recursos, por conta do Banco do Brasil, será de acordo com as fases de preparação, de plantio e de manutenção das florestas.


Fonte: Ambiente Brasil – 18/06/2004

NEEM - ÁRVORE DE MÚLTIPLAS UTILIDADES.


Seu nome científico é Azadirachta indica A. Juss, originária das zonas áridas do sub-continente indiano e sudoeste asiático, faz parte da família das Meliáceas, a exemplo do Mogno e Cedro.

 

A Neem se adapta muito bem às condições de solo e clima brasileiro, por sua boa adaptação a solos poucos férteis (devido a raízes profundas, cerca de 15 metros) e alta tolerância à seca.

 

Por ter um crescimento rápido, a árvore começa a produzir flores e frutos a partir do segundo ano de plantio e ocorre uma a duas vezes por ano, dependendo das condições climáticas do local.

 

É uma espécie sempre verde, admite altas temperaturas, mas é muito sensível ao frio.

 

Dela são aproveitadas as folhas, frutos, sementes e raízes. Aproveita-se também a madeira, sendo considerado da mais alta qualidade por não sofrer ataques de cupins e traças, o que permite utilizá-la na produção de excelentes móveis, caibros, mourões, etc.

 

É utilizada como carrapaticida, no controle da mosca do chifre e como repelente de insetos, tendo grande utilidade na prevenção às pragas das hortaliças e lavouras.

 

Os inseticidas naturais são biodegradáveis, portanto não deixam resíduos tóxicos nem contaminam o ambiente.Devido a efeitos colaterais provocados pôr pesticidas sintéticos, a tendência é o uso de um pesticida natural.

 

Mais de 2400 plantas são conhecidas pôr suas propriedades pesticidas, mas somente o Neem oferece um controle efetivo dos insetos que causam perdas na agricultura sem afetar o meio ambiente.

 

O pesticida “suave” derivado do Neem está levando progresso por toda a região onde se planta a árvore do Neem. Substituindo pesticidas químicos de alto custo por extratos crus do Neem economiza-se dinheiro e vidas. Em países em desenvolvimento, estima-se que 500.000 pessoas intoxicadas e até 20.000 morrem anualmente pelo uso de produtos químicos na agricultura. Para proteger suas plantações, a maioria dos lucros desses fazendeiros nos países em desenvolvimento é gasta com esses pesticidas químicos, produzindo um ciclo que não significa mais alimentos e melhor qualidade de vida, mas uma pobreza contínua, saúde debilitada e degradação do meio ambiente.

 

O mercado hoje é totalmente comprador, tanto nacional quanto internacionalmente.

 

Porque o Neem não foi muito divulgado e cultivado no Brasil?

Mercado de Agrotóxicos de 2,1 bilhões de dólares/ano sob domínio de poucas empresas transnacionais.

Inexistência de prioridade de pesquisa e produção de defensivos alternativos para controle de pragas e doenças, pois estes são fáceis de se fabricar e não tem como patentear o produto. 

Dificuldades legais para o registro, produção e divulgação de defensivos alternativos no Brasil, como extratos de plantas, entomopatógenos, feromônios, c aldas fitoprotetoras (sulfocálcica, bordalesa, viçosa), etc. 

Marginalização da agricultura familiar e de baixos insumos.

 

A mídia através de várias publicações como a revista Globo Rural, Jornal do Campo de “O Popular”, e a própria Internet, também tem se interessado na divulgação do crescimento e desenvolvimento da cultura do Neem no Brasil.

 

 

FLORESTAR UM INVESTIMENTO SOCIAL

 

www.castro.to            castro@castro.to