Edição Digital

As
câmeras digitais compactas são dispositivos excelentes, que oferecem
muito mais recursos que os modelos convencionais baseados em filme. A
imensa versatilidade torna uma câmera de alta tecnologia muito útil
para a criação de uma imagem profissional. Contudo, para se obter os
melhores resultados, é importante reconhecer erros comuns e aprender
a evitá-los. Passei por essa experiência ao testar várias câmeras
digitais. Felizmente, esses erros comuns foram grandes ensinamentos,
estimulando-me a encontrar soluções criativas. Você pode aprender
com os meus erros. Para tirar maior proveito das imagens digitais,
esteja atento aos erros comuns e adote as medidas preventivas a
seguir.
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Suas
imagens digitais são genuinamente excelentes? Elas possuem
boa nitidez, alta resolução, bom contraste e cores limpas e
precisas? Caso não possuam, talvez você esteja cometendo
alguns dos cinco erros mais comuns em imagens digitais. Leias
as dicas sobre como evitar esses erros e aumentar o potencial
de sua câmera digital.
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1.
Contraste excessivo
Ao
tirar fotografias em dias nublados, você deve ter notado que várias
imagens digitais exibem um contraste extremamente alto. Essas
fotografias contêm áreas sombreadas escuras e áreas realçadas
ultrabrilhantes. O brilho excessivo constitui o problema mais grave,
com realces "queimados" ou "apagados" que
obscurecem os detalhes em, por exemplo, um vestido de noiva branco ou
uma montanha coberta de neve.
Com
um software sofisticado de edição de imagens, como o Picture It! da
Digital Image Pro, é fácil resolver alguns problemas técnicos.
Contudo, é praticamente impossível corrigir totalmente o problema
dos realces apagados. Eles podem ser escurecidos, mas não é possível
acrescentar detalhes ou textura que não tenham sido gravados pelo
sensor de imagem.
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Excesso
de contraste e realces "apagados" são comuns em
imagens com pouca iluminação natural ou com alta intensidade
de flash. É mais fácil evitar esses erros com técnicas de
fotografia mais adequadas do que corrigi-los com um software
de edição de imagens. (Imagem criada com muita iluminação
natural e intensidade total do flash.)
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Correção Para
minimizar esse problema, lembre-se destas dicas:
-
Se sua câmera
oferecer um controle de ajuste de nível de contraste, não
selecione a opção mais alta. Mesmo com a luz suave de um dia
nublado, a configuração padrão deve produzir um contraste
satisfatório. Se a câmera não tiver um recurso de controle de
contraste, tente tirar fotos quando o sol estiver encoberto por
nuvens. O contraste será menor nessas condições.
-
Em luz
extremamente intensa e contrastante — como em um dia de sol —
selecione uma configuração de contraste um pouco mais baixa.
Isso diminuirá realces excessivamente claros e áreas sombreadas
extremamente escuras. Depois que baixar as imagens para um
computador, use um software de edição de imagens para aumentar o
contraste se as fotos parecerem um pouco "achatadas". (O
software é mais eficaz para aumentar o contraste do que para
reduzi-lo.) Ao tirar fotos de pessoas, peça para que elas fiquem
em uma área com sombra e use o flash para manter um efeito
brilhante.
-
Sob luz
natural direta, use a opção "Flash Sempre Ativado" da
câmera para temas mais próximos a fim de equilibrar a
luminosidade. Um disparo de luz adicional pode atenuar o
contraste, clareando as sombras. Se a unidade de flash da câmera
produzir áreas realçadas ultrabrilhantes, não a utilize com
temas de cor branca.
Dica Se
você não tiver usado flash e precisa iluminar uma área sombreada
importante, faça isso com um software de edição de imagens. Alguns
programas contêm uma ferramenta de flash para preenchimento,
excelente para iluminar apenas as áreas sombreadas de uma fotografia.
Outros oferecem uma ferramenta auxiliar que pode ser usada para
clarear uma área selecionada.
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Uma
imagem com ligeira subexposição e baixo contraste pode
parecer frustrante à primeira vista. Embora seja preferível
obter exposição e contraste "perfeitos", é possível
solucionar esses problemas com um software de edição de
imagens. É muito mais difícil corrigir uma imagem com
superexposição, especialmente com realces
"apagados" e contraste excessivo.
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Ao
usar as ferramentas de contraste, iluminação e flash de
preenchimento contidas no software de edição de imagens,
consegui corrigir, em 30 segundos, a imagem com ligeira
subexposição e baixo contraste.
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A superexposição
constitui o problema de contraste tornando as áreas realçadas
extremamente brilhantes. Depois de tirar a primeira fotografia de
qualquer tema, verifique a exposição no monitor da câmera. Se a
imagem parecer muito clara, defina um fator de compensação de
exposição negativa como, por exemplo, -0,5. Tire novamente a
foto e examine-a. Uma imagem ligeiramente escura pode ser
corrigida mais tarde com um software de edição de imagens, por
meio das ferramentas de flash de preenchimento ou de clareamento.
Em
resumo, as técnicas e as configurações de fotografia corretas podem
minimizar problemas de realces apagados; entretanto, talvez você não
obtenha os resultados ideais com luz extremamente contrastante. Para
obter fotos bem-sucedidas, planeje tirá-las em um dia um pouco
nublado. (Se o céu estiver esbranquiçado, não o inclua nas fotos.)
Experimente um programa sofisticado de edição de imagens e use as várias
ferramentas disponíveis para melhorar as fotografias contrastantes.
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Na
luz suave de um dia nublado, raramente ocorrem problemas de
contraste excessivo ou realces "apagados". No caso
de fotografias de pessoas e temas da natureza, essa iluminação
é geralmente mais sutil. (Flash usado com uma configuração
de intensidade de flash de -0,5.)
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2.
Configurações inadequadas da câmera
Além
das opções de ajuste de exposição e contraste, várias câmeras
digitais avançadas contêm diversos outros recursos. As alternativas
comuns oferecem controle total sobre os parâmetros da imagem, como a
proporção de branco, o tom da cor (em relação a vermelho e azul),
nitidez e saturação da cor. Se você tiver gasto mais com uma câmera
com várias opções, será tentador usar todas elas. Contudo, essa
atitude poderá ser errada, pois configurações inadequadas produzirão
imagens artificiais e brilhantes.
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Uma
saturação e uma nitidez de cor excessivamente altas,
produzidas pela configuração de certos controles da câmera
em um nível alto, podem produzir um efeito artificial difícil
de ser totalmente corrigido com um software de edição de
imagens. A menos que você deseje esse efeito por algum motivo
específico, use a configuração normal da câmera e ajuste
esses fatores posteriormente no software.
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Se
você definir a câmera para produzir imagens com nitidez ou saturação
de cor excessiva (tom avermelhado ou azulado), as imagens não serão
tão agradáveis. Um pequeno ajuste em qualquer um desses parâmetros
pode ser útil às vezes, mas pouquíssimas câmeras oferecem um
controle fino. Elas exigem que você faça um ajuste bem significativo
na nitidez, no tom da cor ou na saturação. Se você não estiver
satisfeito com os resultados, será muito difícil corrigir totalmente
um problema mais grave usando um software de edição de imagens.
Correção Antes
de ajustar qualquer um dos três parâmetros, realize alguns testes
com a câmera. Tire fotos de temas que você fotografa com freqüência,
como pessoas, paisagens e prédios. Para começar, teste o ajuste de
saturação da cor. Tire a primeira foto com a configuração mais
baixa, a segunda com a saturação normal e a terceira com a configuração
de saturação alta. Ao rever as imagens no monitor do computador e em
impressões a jato de tinta, faça a si mesmo as seguintes perguntas:
-
A alta saturação
produz um efeito agradável ou uma aparência brilhante como se
fosse tinta molhada?
-
O efeito é
adequado para objetos coloridos, mas inadequado para fotos de
pessoas?
-
Qual a
vantagem obtida com a saturação baixa de cores?
-
Quando esta
opção seria útil?
Use
a mesma abordagem de teste com o ajuste de nitidez e os controles de
tons de cor. Você provavelmente descobrirá que a configuração padrão
(ou normal) produz os resultados mais agradáveis.
Precisa
de um pouco mais de nitidez? Use as ferramentas de nitidez contidas no
programa de edição de imagens. Faça o mesmo com o equilíbrio de
cores ou ajuste a ferramenta de tonalidade até que a imagem pareça
adequada. O software oferece controle fino com ajustes de níveis que
permitem atingir o efeito desejado.
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Mesmo
em dias cinzentos e nublados, o sistema de proporção de
branco deve produzir imagens sem o tom de cor azul. Se você não
estiver satisfeito com as tendências de sua câmera com essa
iluminação, selecione a configuração de proporção de
branco para dias nublados. (Proporção automática de branco;
pequena correção feita com a ferramenta de ajuste de
tonalidade do Microsoft Digital Image Pro.)
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As
opções de proporção de branco selecionadas pelo usuário são mais
úteis em condições raras de iluminação, por exemplo, sob luzes
fluorescentes ou de tungstênio, sem flash. Para determinar o nível
de qualidade produzido pela câmera em condições de iluminação
mais comuns, tire uma fotografia do mesmo tema com uma proporção
automática de branco e com a opção selecionada pelo usuário.
Depois
de testar inúmeras câmeras digitais, raramente uso o controle
interno da câmera para ajustar a nitidez, o tom das cores e a saturação.
Às vezes, seleciono uma configuração mais baixa para nitidez,
contraste ou saturação da cor e, também, para alguns temas, como
retratos e fotografias de casamento, para atingir um efeito mais
suave. Como posso facilmente aumentar a nitidez e a saturação da cor
com um software de edição de imagens, normalmente faço ajustes após
baixar minhas fotos.
3.
Alcance inadequado do flash
Uma
unidade de flash simplesmente não fornece o alcance adequado para,
por exemplo, noivos distantes em uma cerimônia de casamento ou para o
zagueiro em um jogo de futebol noturno. Do mesmo modo, o flash não
consegue iluminar o vasto interior de uma catedral, um castelo ou uma
caverna.
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Sabendo
que o flash não conseguiria iluminar esta cena distante em um
amplo hotel, defini minha câmera para desativar o flash e fiz
longas exposições de luz ambiente. (Imagem criada com a
configuração ISO 200; exposição de 1/8 s com a câmera
sobre um tripé.)
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Uma
unidade de flash embutida pode ter o alcance de 6 metros na configuração
ISO 100 da câmera. Uma unidade de flash auxiliar avançada pode ter o
alcance de 12 metros.
Se
tiver usado flash para temas muitos distantes, você perceberá os
resultados: imagens com subexposição, escuras e sombrias. Algumas
fotografias podem ter ficado totalmente pretas. Ao contrário da
superexposição, uma subexposição intensa não pode ser
adequadamente corrigida mesmo com um software profissional de edição
de imagens.
Correção Em
primeiro lugar, experimente a configuração ISO. A opção ISO 400 da
câmera pode aumentar o alcance efetivo do flash em cerca de 50%.
Depois de tirar uma foto, verifique a imagem no monitor da câmera; se
estiver muito escura, não será possível utilizar flash nessa cena.
Como
alternativa, desative o flash. Praticamente todas as câmeras digitais
contêm uma configuração de flash desativado. No caso de temas
muitos distantes, selecione essa opção. Para evitar borrar a imagem
com a trepidação da câmera durante longas exposições em luz
baixa, use um tripé ou apóie seu cotovelos sobre algo sólido. (E, a
menos que você deseje obter imagens borradas em movimento para
produzir efeitos criativos, evite fotografar um tema em movimento,
pois ele ficará borrado durante a longa exposição.)
No
caso de fotos tiradas em velocidades mais altas do obturador, com
pouca luz e sem flash, algumas câmeras permitem selecionar uma
configuração ISO 400 ou ISO 800. Essa opção pode ser útil, mas
lembre-se de que, em configurações ISO altas, várias câmeras
produzem ruído digital (artefatos semelhantes à granulação).
Contudo, você pode concluir que é preferível haver ruído do que
tirar uma foto com flash, produzindo subexposição excessiva, ou
tirar uma foto borrada usando a configuração ISO 100.
O
flash eletrônico é uma ferramenta valiosa, mas possui limitações.
Algumas situações com ou sem flash — pode ser efetivamente impossível
fotografar a ação em um evento esportivo em ambiente fechado ou as
tapeçarias distantes no interior de um castelo escuro — a menos que
você use um equipamento profissional. Os fotógrafos da imprensa
conseguem imagens excelentes não só porque configuram diversas
unidades de flash remoto, como também porque podem se aproximar da ação.
Quando você não puder tirar boas fotos, deixe sua câmera de lado e
simplesmente aproveite o momento.
4.
Compactação excessiva no formato JPEG
Com
a maioria das câmeras digitais, o nível padrão de qualidade da
imagem é bem baixo, talvez adequado para cópias de 10x15 cm. Vários
proprietários de câmeras usam esse nível de qualidade, que produz
um arquivo de imagem bastante pequeno devido à alta compactação,
por uma única razão: várias imagens podem ser incluídas em cartões
de memória. Isso faz sentido, mas é um erro para qualquer pessoa que
planeja fazer cópias maiores. Antes de mostrarmos como evitar erros
com excesso de compactação, vamos fazer uma pausa para falar sobre a
relação entre qualidade da foto e tamanho do arquivo.
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As
imagens feitas com uma câmera de 3 megapixels disponível, no
modo de melhor qualidade, pode produzir belas cópias de 20x25
cm. Sempre que possível, use a opção de gravação
Alta/Excelente de sua câmera se você planeja fazer (ou
solicitar) cópias maiores que 10x15 cm.
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Qualidade
da imagem Quanto melhor a qualidade, maior será a
resolução e mais pixels conterão a imagem. Com mais pixels, é possível
obter melhor definição de detalhes. Uma imagem de baixa qualidade
possui uma resolução mais baixa e é composta de pouquíssimos
pixels. Várias câmeras digitais oferecem diversas opções de
qualidade de imagem: de baixa a muito boa.
Tamanho
do arquivo Além de escolher a qualidade da imagem, você
geralmente pode escolher o tamanho do arquivo de imagem: grande ou
pequeno. Quanto maior o arquivo, mais baixa será a compactação e
melhor será a qualidade da imagem. Um arquivo pequeno é compactado
de forma extensiva com um software interno, produzindo maior perda de
dados importantes de imagem e resultando em má qualidade da foto.
Esses
dois recursos, que são qualidade de imagem e tamanho de arquivo,
funcionam juntos. Ao selecionar um modo de captura JPEG, você pode
escolher uma combinação que crie arquivos grandes de alta resolução
(para obter a melhor qualidade), arquivos pequenos de média resolução,
arquivos grandes de baixa resolução etc.
Cada
fabricante de câmera usa sua própria terminologia para as opções
de qualidade de imagem e os níveis de tamanho de arquivo de imagem.
Algumas câmeras oferecem apenas opções básicas de qualidade, como
normal, melhor e excelente. Leia atentamente o manual de instruções
para determinar as opções fornecidas por sua câmera e suas reais
designações.
O
erro É tentador usar a configuração padrão da câmera,
que fornece um nível médio de qualidade e um arquivo de imagem bem
pequeno. Algumas pessoas, tentando aumentar o número de imagens que
serão aceitas pelo cartão de memória de 16MB, costumam selecionar a
opção de pior qualidade de imagem e o menor tamanho de arquivo.
Infelizmente, nenhuma dessas combinações produz imagens que resultarão
em cópias excelentes.
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Um
grande volume de dados de imagem é perdido com níveis muito
altos de compactação no formato JPEG. Embora esse problema
possa não ser significativo em uma cópia de 10x15 cm, ele
torna-se óbvio em cópias maiores, prejudicando visivelmente
a qualidade da imagem. (Uma pequena parte da área da imagem
de uma cópia de 21x27 cm de uma imagem criada no modo de
captura JPEG Inferior/Baixa Qualidade com uma câmera de 3
megapixels.)
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Correção Compre
um cartão de memória de alta capacidade para você não ficar tão
tentado a usar a configuração de baixa qualidade ou a opção de
alta compactação. Um cartão de memória de 128MB ou de 256MB pode
salvar vários arquivos de imagem grandes/de alta resolução.
Independentemente do cartão, você deve rever freqüentemente suas
fotos e excluir as imagens malsucedidas. Com isso, haverá mais espaço
para fotos novas e melhores.
Com
uma câmera de 2 ou 3 megapixels, use uma combinação alta/excelente
caso pretenda fazer cópias de 13x18 cm. Se você raramente faz cópias
maiores que 10x15 cm, poderá usar a configuração média/boa. Isso
produzirá um arquivo de imagem com um número adequado de pixels e um
nível médio de compactação JPEG capaz de manter uma qualidade de
imagem satisfatória.
Para
obter melhores resultados, use sempre o valor mais alto da opção de
qualidade de imagem, de preferência com uma configuração de tamanho
de arquivo maior. Entretanto, o que fazer se os cartões de memória
estiverem quase cheios? Selecione a combinação "Arquivo
Pequeno/Excelente". A imagem JPEG será compactada de forma
extensiva, mas a alta contagem de pixels deverá continuar garantindo
uma qualidade aceitável em cópias de 13x18 cm.
5. Técnicas
de fotografia inadequadas
Uma
técnica descuidada pode ser empregada durante o uso de qualquer
equipamento; contudo, as câmeras digitais oferecem uma armadilha
específica. Vários recursos de design nos fazem tirar fotos do tipo
mirar e bater. Isso produz qualidade técnica inferior e vários
instantâneos malsucedidos. Com muita freqüência, nossas fotos não
são muito nítidas nem adequadamente compostas, deixando de oferecer
a forte atratividade visual que esperamos das imagens.
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Para
criar imagens nítidas, claras e com exposição adequada --
com boa composição e alto impacto visual -- vale a pena
demorar um pouco mais em cada fotografia. A excelência técnica
e estética é possível com qualquer câmera digital se você
evitar os erros comuns de "fotos instantâneas".
(Modo de gravação TIFF, flash definido no nível de
intensidade -0,5, Foco automático de ponto único, a f/8 e a
1/100 s no modo de prioridade de abertura AE, filtro
polarizador.)
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Depois
de examinar meus próprios hábitos, identifiquei algumas causas do
problema e suponho que se apliquem a outras pessoas. Alguns hábitos
impensados podem surgir com o uso de certos recursos das câmeras
digitais:
-
O monitor
de visualização de imagem é uma alternativa conveniente ao
visor. Desse modo, podemos segurar a câmera com uma mão, a uma
distância de 30 cm dos olhos. O monitor permite uma visão mais
precisa do enquadramento da imagem, mas essa técnica de utilização
de uma única mão produz algumas imagens borradas em virtude da
trepidação da câmera.
-
Várias câmeras
digitais oferecem uma grande variedade de opções, que
normalmente requerem a pesquisa de diversos menus. Conseqüentemente,
é mais tentar manter a simplicidade, fotografando no modo de
programa totalmente automático. Tendemos a ignorar recursos úteis,
como compensação da exposição, redução da intensidade do
flash e várias opções de qualidade de imagem. Também
costumamos usar o foco automático de área ampla, o que pode
fazer com que a câmera focalize o ventre de uma pessoa em vez dos
olhos.
-
Como não
precisamos gastar dinheiro com filme e processamento de
fotografias digitais, costumamos tirar muito mais fotos.
Isso pode ser útil quando realmente "trabalhamos" em um
tema, explorando-o sob vários pontos de vista e perspectivas.
Contudo, também é possível produzir uma foto do tipo mirar e
bater quando simplesmente batemos qualquer foto sempre que algo
interessante aparece. O resultado são instantâneos tirados sem
muito cuidado ou atenção com composição e outros detalhes.
Tendemos a tirar fotos com muita rapidez, sem tentarmos ser um
pouco mais criativos.
Correção Quando
percebem que estão acomodados nas mesmas técnicas descuidadas,
alguns de meus amigos às vezes passam a usar uma câmera monoreflex
totalmente manual. Isso os força a se envolverem mais no processo
fotográfico e os faz lembrar de práticas mais "sérias".
Naturalmente, eles logo voltam a usar as câmeras digitais. Talvez
seja útil passar alguns dias tirando fotos com equipamento manual,
mas essa não é a estratégia ideal para ninguém.
Existe
uma solução mais simples: a autodisciplina. Dedique mais tempo e
esforço criando imagens digitais excepcionais, em vez de produzir uma
grande quantidade de instantâneos de má qualidade. As câmeras
digitais oferecem uma vantagem maior sobre as câmeras de filme: o
monitor de imagem permite verificar a exposição, a composição e o
enquadramento. Se qualquer um desses fatores não estiver do modo
ideal, fotografe a cena novamente até que a imagem esteja totalmente
satisfatória.
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Texto
e fotos de Charlotte K. Lowrie
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Metade
do prazer da arte da fotografia está no ato de fotografar. A outra
metade está na câmara escura digital — produzir uma imagem final
excelente que você ficará ansioso para mostrar a todos que desejem vê-la.
"Tudo bem," diria você, "mas não sou profissional e não
sei absolutamente nada sobre edição de imagens."
Ainda
que a edição de imagens digitais seja semelhante ao processamento
tradicional de fotografias em uma câmara escura, você não precisa
ter experiência em câmaras escuras para realizar desde pequenas
correções até pequenos milagres nas imagens digitais. E, em muitos
casos, você poderá salvar imagens que, caso contrário, teria
descartado.
Observe
que eu disse "em muitos" e não "em todos" os
casos. Independentemente dos pequenos milagres que você possa
realizar, algumas imagens são simplesmente irrecuperáveis, qualquer
que seja o tipo de edição feita no computador. Os softwares de edição
de imagens são bons, mas, infelizmente, não são perfeitos. Por
exemplo, se os detalhes estiverem apagados nas áreas realçadas, não
haverá edição que coloque detalhes nelas. Você poderá usar uma
ferramenta de clonagem para copiar os detalhes de uma área
semelhante, mas o processo é delicado e enfadonho, e os resultados
normalmente ficam com uma aparência artificial.
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Os
ajustes de cores e tons feitos nessa imagem salientaram a cor
e o contraste.
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Porém,
se você seguir as práticas e os processos adequados da câmara
escura, aposto que obterá resultados mais interessantes do que jamais
imaginou. E, além disso, você poderá refinar essas imagens
excepcionais e colocá-las em um portfólio das suas "melhores
fotografias pessoais" das quais terá orgulho ao compartilhar e
imprimir.
A
seguir, ofereço algumas dicas e sugiro um processo para corrigir
imagens digitais.
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Uma
correção cuidadosa pode diferenciar uma imagem monótona de
uma interessante.
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Antes
de começar a editar imagens
Independentemente
do prazer de editar imagens, você não desejará perder tempo no
computador corrigindo algo que poderia ter sido corrigido durante o
disparo. Em vez disso, certifique-se de usar o tempo de edição para
aperfeiçoar e refinar imagens boas, em vez de salvar imagens com
problemas decorrentes da definição incorreta da proporção de
branco, do ISO ou do modo.
Assim,
as primeiras etapas da edição de imagens ocorrem antes de você se
sentar ao computador:
Um
ponto de partida importante quando você começar a editar no
computador é saber o que está corrigindo. Em outras palavras, qual a
aparência de uma imagem com boa correção? A lista a seguir fornece
algumas noções básicas sobre a correção de fotografias. Nem todos
os itens da lista se aplicarão a todas as imagens e, certamente,
haverá exceções, como fotografias com grande impacto visual em que
muitas das instruções devem ser ignoradas, mas você poderá usar a
lista como ponto de partida para a edição de imagens.
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Essa
fotografia apresenta muitos dos elementos que você procura ao
editar imagens: um bom intervalo tonal, cores vivas, brancos
brancos, pretos pretos e detalhes nas áreas sombreadas.
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Bom
contraste. Em geral, o contraste é a diferença entre as áreas
escuras e as claras em uma fotografia. Uma imagem de baixo
contraste fica com uma aparência monótona, com pouca diferença
entre as áreas claras e as escuras. Uma imagem de alto contraste
fica com uma aparência irregular e poderá ter pouco detalhamento
nas áreas realçadas e sombreadas.
-
Cores realísticas.
Talvez seja necessário editar imagens com excesso de tons de
cores decorrentes de configurações imprecisas da proporção de
branco na câmera digital ou do fato de não ter sido usado um
filtro de correção de cor em fotografias de filme para
diferentes tipos de iluminação.
-
Tons naturais
da pele. Se houver pessoas na imagem, ela deverá refletir os tons
naturais da pela de maneira precisa.
-
Boa saturação.
Procure cores fortes e precisas. Imagens com cores artificialmente
vivas podem estar supersaturadas. Da mesma forma, imagens com
cores desbotadas estão subsaturadas e normalmente podem ser
corrigidas em um programa de edição de imagens.
-
Um nível
apropriado de nitidez da imagem. Dependendo das configurações da
câmera digital ou da digitalização, as imagens poderão ficar
ou não nítidas. Algumas pessoas definem pouca ou nenhuma nitidez
para as câmeras digitais e aplicam toda a nitidez em um programa
de edição de imagens. De qualquer forma, imagens com a nitidez
correta apresentam bom detalhamento em todas as suas áreas.
Imagens excessivamente nítidas parecem ter contraste demais e
também podem apresentar ruído digital. As imagens fracas não
possuem detalhamento em todas as suas áreas e normalmente
resultam de níveis de qualidade de imagem muito baixos da câmera.
O
processo de correção de imagens
Para
aqueles que não estão familiarizados com a edição de imagens, o
processo de correção de imagem geralmente segue uma seqüência de
ajustes interdependentes. Um exemplo simples é a nitidez. A nitidez
parece um bom ponto de partida para a edição de uma imagem, certo?
Nem tanto. Em um programa de edição de imagens, o ajuste da nitidez
faz com que a imagem pareça mais nítida, aumentando o contraste nos
pontos onde há mudanças de cores significativas, como as bordas. Se
você primeiro tornar a imagem nítida e, depois, fizer outros
ajustes, como escurecer ou clarear uma área, a edição subseqüente
poderá criar bordas com aparência artificial e efeitos de halo
pronunciados em torno dos objetos da imagem.
Seguir
uma seqüência, ou um "fluxo de trabalho", na câmara
escura digital não apenas ajudará você a obter os melhores
resultados, mas também garantirá que você trabalhe com uma cópia
de alta resolução da imagem por quanto tempo desejar antes de fazer
as edições finais, como cortar ou redimensionar para impressão.
Processo
de correção de imagem Se você estiver fotografando
imagens RAW, algumas das etapas a seguir poderão ser executadas no
programa de edição de imagens que converte as imagens RAW no formato
TIF ou JPEG.
-
Girar, salvar
e corrigir uma cópia do original.
-
Ajustar o
intervalo tonal (brilho e contraste).
-
Ajustar o
equilíbrios de cores.
-
Escurecer e
clarear.
-
Corrigir
imperfeições, como poeira, arranhões e olhos vermelhos.
-
Cortar a
imagem.
-
Salvar uma cópia
e dimensioná-la para impressão, envio por email ou postagem na
Web.
-
Tornar a
imagem nítida.
1.
Girar, salvar e corrigir uma cópia do original. Antes
de editar uma imagem, gire-a na orientação correta, se necessário,
e sempre salve uma cópia do arquivo original em um formato de arquivo
"sem perda", como TIFF (Tagged Image File Format) ou .tif, e
trabalhe na cópia. Ainda que você possa ter fotografado a imagem no
formato JPEG, não edite nem continue a salvá-la nesse formato. Os
arquivos JPEG são pequenos porque são compactados para economizar
espaço no cartão de memória e na unidade de disco rígido do
computador. Entretanto, durante a compactação, parte dos dados da
imagem é descartada.
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Nessa
imagem, a água tem um tom esverdeado e o ângulo de visão
aberto diminui o impacto visual.
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Se
você estiver trabalhando em uma imagem JPEG e salvá-la
periodicamente nesse mesmo formato durante o trabalho, ela será
recompactada e bits dela serão descartados a cada vez que você
salvar o arquivo. Embora você talvez nem observe uma degradação da
imagem na tela, quanto mais salvar um JPEG, mais a sua resolução
diminuirá.
Em
vez disso, comece fazendo uma cópia da imagem original em um formato
como TIFF. Os arquivos TIFF são muito maiores do que os JPEG porque não
são compactados e os bits da imagem não são descartados. Por esse
motivo, o TIFF é chamado de formato "sem perda".
Além
disso, guarde as imagens originais inalteradas, no formato em que você
as fotografou ou digitalizou, em uma pasta separada. Dessa maneira,
você sempre poderá voltar ao original se a correção da imagem não
sair da maneira desejada.
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A
correção de cor torna as cores da água e das roupas do
menino mais reais, e o corte concentra a atenção do
espectador no menino observando a fonte.
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Observação Se
você utilizar camadas para fazer ajustes na imagem, como adicionar
texto, bordas etc., convém salvar a imagem no formato de arquivo
nativo do programa de edição de imagens. Dessa forma, você poderá
voltar posteriormente e alterar camadas individuais da imagem, se
desejar.
2.
Ajustar o intervalo tonal (brilho e contraste). O
intervalo tonal de uma imagem é a distribuição de pixels claros a
escuros na imagem. Em uma exposição média, a distribuição tonal
terá uma distribuição razoavelmente uniforme de pixels escuros, médios
e claros.
A
maioria dos programas de edição de imagens oferecem ferramentas de
ajuste automático e/ou manual do nível tonal. Usando a opção automática,
o programa normalmente escolhe os pixels mais claros e os mais escuros
e distribui os pixels médios proporcionalmente. Essa é uma abordagem
generalizada do ajuste tonal, e geralmente funciona melhor em imagens
com intervalos tonais médios. Entretanto, em imagens sub ou
superexpostas, a correção tonal automática poderá não apenas
escurecer ou clarear demais as imagens, mas também introduzir mudanças
ou tonalidades de cor indesejáveis.
Primeiro
tente o ajuste tonal automático. Se não funcionar da maneira
desejada, ajuste os níveis tonais manualmente.
Dica Primeiro
tente os ajustes automáticos de tons e cores e, se os resultados
ficarem satisfatórios, isso ajudará a agilizar o processamento de
imagens. Caso não goste dos resultados, você poderá desfazer as
alterações e fazer os ajustes manualmente.
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Essa
imagem original estava, em termos gerais, muito escura.
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O
ajuste do intervalo tonal salienta os detalhes e torna a
imagem mais aceitável.
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Um
outro bom ponto de partida para o ajuste tonal é definir o ponto
branco, o que mapeará os pixels mais claros da imagem para branco.
Alguns programas de edição de imagens permitem definir os pontos
branco e preto. A definição do ponto preto mapeia os pixels mais
escuros para preto. Quando você define um ponto preto e/ou branco, o
programa ajusta os níveis intermediários proporcionalmente.
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A
definição do ponto branco foi o ponto de partida para fazer
correções tonais nessa imagem. Lembre-se de clicar no branco
mais claro da imagem ao definir o ponto branco.
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3.
Ajustar as cores. Antes de ajustar o equilíbrio de
cores, faça uma avaliação da imagem. Se você estiver trabalhando
em uma fotografia do pôr-do-sol, o ajuste das cores, especialmente
por meio de uma opção de correção automática de cor, poderá
remover as cores quentes do pôr-do-sol — algo que você não deseja
fazer. Se achar que a correção de cor melhorará a imagem, primeiro
experimente as opções de ajuste automático. Caso não produzam o
resultado desejado, desfaça a alteração.
Se
desejar fazer ajustes manuais nas cores, lembre-se de que um ajuste em
uma única cor afetará todas as cores da imagem na maioria dos
programas de edição de imagens. Além disso, é bom saber que é
possível corrigir cores usando cores opostas. Por exemplo, você pode
aumentar a quantidade de uma cor diminuindo a quantidade da cor oposta
no disco de cores e vice-versa. Portanto, para diminuir o tom
avermelhando em uma imagem, você poderá aumentar a quantidade de
verde, sua cor oposta. Para tornar o céu mais azul, diminua o
amarelo, sua cor oposta.
Para
finalidades gerais, lembre-se de que a cor oposta do vermelho é ciano
(verde/azul), a cor oposta do verde é magenta (rosa claro) e a cor
oposta do azul é amarelo. Normalmente, ajustes bem pequenos podem
fazer uma grande diferença. Observe a imagem para ver como o ajuste
afeta toda ela à medida que você trabalha.
Dependendo
do programa de edição de imagens utilizado, poderá haver uma ou
muitas maneiras de ajustar o equilíbrio de cores.
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Ainda
que cores vivas sejam adequadas, você poderá ir longe
demais. Por exemplo, essa imagem está com um tom azul
artificial.
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Embora
possa ser difícil observar em imagens desse tamanho, o ajuste
do equilíbrio de cores cria tons mais realísticos do céu e
da água.
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Dica As
opções de matiz, saturação e brilho são especialmente úteis para
restaurar cores desvanecidas em fotografias antigas de familiares que
você digitalizou.
Se
o seu programa de edição de imagens permitir fazer ajustes de cores
por canal individual, você poderá fazer o ajuste fino das correções
de cores por canal, um método no qual muitos profissionais depositam
total confiança. Ou, se o programa oferecer uma opção de equilíbrio
automático de cores, você poderá testá-lo. Entretanto, lembre-se
de que o ajuste automático altera todas as cores da imagem e não
apenas aquelas que você deseja alterar. Ou seja, se você utilizar a
opção automática, poderá fazer mais alterações do que deseja.
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Nessa
imagem, usei processos de clareamento e escurecimento para
minimizar os reflexos dos óculos escuros do homem.
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4.
Escurecer e clarear. Em câmaras escuras tradicionais,
o acabamento padrão da imagem inclui escurecer áreas específicas
dela aumentando a exposição, ou clarear outras áreas reduzindo a
exposição. O escurecimento das áreas normalmente revela mais
detalhes ou tira a ênfase de áreas menos importantes ou distrativas.
O clareamento, por outro lado, pode revelar detalhes em áreas
extremamente escuras.
A
maioria dos programas de edição de imagens possui ferramentas que
produzem, no computador, o mesmo tipo de resultado que você obteria
em uma câmara escura tradicional.
Independentemente
das ferramentas utilizadas, é uma boa idéia começar com uma
configuração de baixa intensidade e escolher um tamanho de pincel
que seja menor do que o objeto no qual você esteja trabalhando. Além
disso, saiba sempre o comando ou a combinação de teclas para
desfazer imediatamente quaisquer alterações que fizer.
5.
Corrigir imperfeições. Arranhões, poeira e cintilação
da lente são apenas algumas das muitas imperfeições que você pode
corrigir em uma câmara escura eletrônica. Alguns dos programas de
edição de imagens com preços mais acessíveis corrigem muitos
desses erros automaticamente. Entretanto, se você tiver tempo, a
melhor maneira de corrigir muitos desses erros é manualmente.
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O
plano de fundo confuso desvia a atenção do espectador do
tema principal.
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|
Uma
das melhores maneiras de corrigir imperfeições manualmente é com a
ferramenta de clonagem. Ela permite copiar uma parte da imagem para
outra, ou de uma imagem para outra. Por exemplo, você pode copiar por
cima de elementos indesejáveis, como postes de iluminação, ou
adicionar elementos, como árvores ou pessoas.
Dica Ao
utilizar uma ferramenta de clonagem, tome cuidado para produzir
resultados com uma aparência natural. Use pinceladas curtas e clique
em uma nova posição inicial com freqüência. Ao repetir o mesmo
ponto de partida várias vezes, provavelmente você criará um padrão
com aparência artificial.
Outras
instruções incluem combinar o ângulo de luz e as proporções dos
objetos clonados e originais. Em outras palavras, não copie um
arbusto de uma área sombreada para uma área brilhante da imagem, e não
clone uma área do primeiro plano para um plano de fundo menor.
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Cortei
a imagem e eliminei as distrações do plano de fundo.
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Cortar
e dimensionar a imagem
6.
Cortar a imagem. Ainda que algumas pessoas recomendem o
corte como uma das primeiras etapas do processo de edição de
imagens, prefiro cortar em uma fase posterior do ciclo. Normalmente, só
vejo o "melhor" corte depois de trabalhar durante algum
tempo na imagem. Evidentemente, você pode cortar logo nas primeiras
etapas, mas faça isso com atenção. A vantagem do corte é que você
descarta partes indesejáveis da imagem ou que não contribuem para a
composição. Você também pode concentrar a atenção no tema. O
inconveniente do corte é que reduz o tamanho da imagem como um todo
(e, portanto, a resolução) e, assim, limita a sua ampliação para
impressão. Por esse motivo, sempre é melhor fazer o máximo de corte
na câmera ao fotografar.
Por
exemplo, se você cortar um-terço de uma imagem, talvez a imagem
resultante não tenha uma resolução bastante alta para fazer impressões
maiores do que 12 × 17 cm. Para fazer uma ampliação de 20 × 25 cm,
a imagem deve ter pelo menos 1.536 × 1.024 pixels. E, deduz-se que
para obter uma ampliação do tamanho de um pôster, convém não
fazer nenhum corte na imagem original.
7.
Imprimir, enviar por email ou criar uma cópia para postar na Web.
Considerando que agora você possua uma versão sem imperfeições de
uma imagem, você poderá fazer cópias da imagem final e dimensionar
cada uma para a mídia na qual será impressa ou exibida.
Se
você optar por imprimir a imagem de maneira profissional, a tabela a
seguir fornece as dimensões mínimas necessárias para cada tamanho
de impressão.
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Tamanho
da cópia
(centímetros)
|
Largura
mín.
(pixels)
|
Altura
mín.
(pixels)
|
|
10
× 15
|
800
|
600
|
|
12
× 17
|
1.050
|
750
|
|
20
× 25
|
1.536
|
1.024
|
|
28
× 35
|
1.750
|
1.375
|
|
40
× 50 (pôster)
|
2.500
|
2.000
|
|
45
× 60 (pôster)
|
2.500
|
2.000
|
|
60
× 91 (pôster)
|
2.500
|
2.000
|
|
76
× 101 (pôster)
|
2.500
|
2.000
|
|
91
× 121 (pôster)
|
2.500
|
2.000
|
Para
uso em email ou na Web O tamanho escolhido para a
imagem exibida na tela do computador é determinado pelo tamanho,
pelas configurações e pela resolução dos monitores nos quais ela
será visualizada (ao contrário das imagens impressas). É importante
verificar se as dimensões da imagem em pixels não são maiores do
que as absolutamente necessárias para uma exibição adequada. O único
resultado de aumentar o tamanho de um arquivo acima do necessário é
um tempo de download lento ou a rejeição pelo servidor de emails
receptor.
As
pessoas podem alterar a resolução de seus monitores para
praticamente qualquer uma das resoluções a seguir, independentemente
do tamanho deles. Entretanto, para a melhor leitura do texto, os
monitores quase sempre são definidos em uma determinada resolução
com base no seu tamanho. Por exemplo, monitores no intervalo de 12 a
14 polegadas geralmente exibem 640 pixels horizontalmente e 480
verticalmente (640 × 480). Os monitores de 15 a 17 polegadas
geralmente são definidos como 800 × 600 pixels. De modo geral, os
monitores de 19 polegadas exibem 1.024 × 768 pixels. Os monitores
maiores podem exibir números de pixels diferentes, como 1.280 ×
1.024 pixels.
Se
tiver um site e dimensionar uma imagem como 640 × 480 pixels, ela
preencherá a tela de um monitor de 13 polegadas. Ela também
preencherá a tela de um monitor de 15 polegadas que esteja definido
em 640 × 480; no entanto, os pixels — e, portanto, a imagem —
parecerão maiores no monitor de 15 polegadas do que no de 13
polegadas. Mas se o monitor de 15 polegadas estiver definido em 1.024
× 768 pixels, os pixels que formam a imagem — e, por conseguinte, a
própria imagem — parecerão menores.
Hoje
em dia, os Web designers geralmente consideram um tamanho de tela de
800 × 600 pixels como o denominador mais comum, o que funciona na
maioria dos monitores.
Para
dimensionar uma imagem para exibição online, faça uma cópia da
imagem final e, em seguida, altere o tamanho da imagem copiada para
ajustá-la à tela. Defina um tamanho que exiba a imagem sem
sobrecarregar os controles do navegador ou o resto dos elementos da página
da Web. Por exemplo, para dimensionar uma imagem de forma a ajustar
um-quarto da área total da tela de um monitor de 13 polegadas
definido como 640 × 480 pixels, defina o tamanho em 320 pixels de
largura.
Além
disso, lembre-se de que monitores mais antigos têm uma resolução de
apenas 72 ppp (pontos por polegada), enquanto os mais modernos têm
uma resolução de 96 ppp. Assim, uma vez mais, uma imagem de alta
resolução não significa necessariamente uma melhor qualidade de
exibição no monitor do computador.
Para
dimensionar as imagens para emails, os mesmos princípios se aplicam,
mas lembre-se de que alguns serviços de email definem um tamanho máximo
para os arquivos incorporados ou anexados. Quanto maior for a imagem,
maior será o tamanho do arquivo. Por via de regra, você pode
dimensionar as imagens entre 325 e 400 pixels de largura, em compactação
de média a baixa, para obter uma imagem com nitidez aceitável em
emails.
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|
|
Uma
imagem sem ajuste de nitidez.
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|
O
ajuste da nitidez melhora a imagem.
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|
8.
Tornar a imagem nítida. Em muitos programas de edição
de imagens, o ajuste da nitidez aumenta o contraste dos pixels em
torno das bordas dos objetos para melhorar a definição ou a nitidez
da image. Cuidado para não exagerar na nitidez e produzir um
"halo" branco ou com cores claras ao longo de bordas de alto
contraste, resultando em uma aparência demasiadamente nítida. Já
que tarefas, como a clonagem de objetos para uma imagem, afetam as
bordas da imagem final, é melhor corrigir a nitidez no final. O que
é mais importante, é provável que a nitidez original de uma imagem
diminua quando ela for redimensionada porque o programa terá que
"advinhar" que pixels deverá adicionar ou excluir. Assim,
é melhor ajustar a nitidez da imagem depois que concluir todo o
retoque e o redimensionamento.
Além
disso, os resultados do ajuste da nitidez podem variar entre as
imagens impressas e a exibição na tela. Faça experiências com o
programa de edição de imagens para ver que nível de nitidez que
funciona melhor em imagens impressas e em imagens na tela. Se for
imprimir ou gerar a mesma imagem para destinos diferentes,
certifique-se de que a imagem com a nitidez ajustada seja uma cópia
da original que foi dimensionada para o tamanho de saída final.
Lembre-se de nunca ajustar a nitidez da imagem original.
Outras
dicas
|
Minha
experiência pessoal
Para tirar o melhor proveito do seu tempo na câmara escura
digital, aqui estão alguns conselhos pessoais:
* Em uma série de imagens semelhantes, escolha aquela com a
melhor exposição e trabalhe nela. As outras imagens da série
poderão ser ignoradas ou você poderá trabalhar nelas quando
tiver tempo.
* Mantenha o original aberto ao lado da imagem na qual você
está trabalhando para poder controlar o seu progresso e as
alterações que for fazendo.
* Abra uma imagem com correções adequadas no computador ou
ao lado dele e consulte-a à medida que trabalha. Se ficar
olhando para uma imagem durante muito tempo, é provável que
você perca o ponto de "referência" para obter a
correção de cores desejada.
* Salve o trabalho com freqüência.
* Faça backups freqüentes das imagens em um CD ou em outro
meio seguro removível.
|
Se
o scanner ou a câmera digital oferecer a opção de exibir o
histograma (um instantâneo do intervalo tonal) da imagem, você poderá
identificar, com base no histograma, se a imagem apresenta detalhes
suficientes em uma determinada área para fazer correções no
computador. O eixo y (ou vertical) do histograma mostra o número de
pixels atribuídos a qualquer valor de brilho específico. O
histograma mostra pixels sombreados (mais escuros) à esquerda, os
meios-tons no centro e os pixels realçados (mais claros) à direita.
O eixo x (horizontal) mostra a distribuição dos pixels, dos escuros
para os claros, por toda a imagem.
Uma
imagem clara terá o nível mais alto de pixels à direita. Uma imagem
escura concentrará os pixels à esquerda. Uma imagem média terá os
valores mais altos em torno do centro do histograma.
Ao
fotografar, verifique o histograma para garantir uma grande área de
detalhes e uma distribuição adequada no intervalo, para fazer correções
posteriormente.
Caso
a imagem não tenha um intervalo tonal adequado, convém editá-la
para distribuir os tons da maneira mais uniforme possível para o tipo
de imagem no qual você está trabalhando.
Recomendação
final
Com
esse processo, você estará no caminho certo para obter imagens
excelentes que ficará orgulhoso de compartilhar e imprimir. Lembre-se
de que se exagerar nos ajustes, a imagem final ficará com uma aparência
artificial.
Ao
fazer os ajustes, procure lembrar-se da cena original e compare a sua
imagem com as cores e o intervalo tonal na sua memória. Você demorará
mais para corrigir as primeiras fotografias, mas quando pegar o jeito,
constatará que passa menos tempo no computador e mais tempo
fotografando.
Você
talvez tenha esperado e analisado durante semanas, meses ou até mais
tempo antes de adquirir a primeira câmera digital, mas agora você a
tem e não sabe o que fazer. Provavelmente, a câmera é pequena e
leve demais para parecer uma câmera "de verdade". Além do
mais, você não tem a menor idéia de como passar as fotos tiradas
para o computador ou o que fazer com elas depois disso.
Não
tenha medo. Não é difícil nem demorado. Além disso, o que hoje
parece um brinquedo de plástico logo se tornará seu
"brinquedo" favorito. Embora tirar fotos em uma câmera
digital seja realmente diferente de tirar fotos em filme, o nível de
controle obtido na imagem final não tem precedentes. E você obtém
uma recompensa instantânea que, além de divertida, é também uma
excelente maneira de melhorar suas técnicas de fotografia de forma rápida
e permanente.
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É
muito provável que as configurações definidas em fábrica
para sua câmera digital produzam ótimas fotos. Essa foto foi
tirada com uma Nikon Coolpix 995.
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Uma
experiência inusitada
Quer
você tenha adquirido um modelo para iniciantes do tipo mirar e bater
ou um modelo semi-profissional ou profissional, a experiência com a câmera
digital pode ser confusa. Além do manual, cartões de registro e
folhetos de marketing, as caixas de câmeras digitais contêm cabos,
CDs com software de visualização e talvez um adaptador de placa
PCMCIA.
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Certifique-se
de comprar baterias recarregáveis e um carregador.
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Em
primeiro lugar, coloque a câmera para funcionar. A menos que tenha
bastante experiência no uso de câmeras, agora é um bom momento para
ler o manual a fim de seguir os procedimentos corretos. Se a câmera
tiver baterias recarregáveis, comece carregando-as. Algumas baterias
precisam ser carregadas de um dia para o outro, enquanto outras são
carregadas em algumas horas.
Se
a sua câmera veio com baterias não-recarregáveis (em geral, AA),
compre mais para ter um estoque a curto prazo. Depois compre baterias
recarregáveis na primeira oportunidade. Mesmo com o uso mais correto
possível da tela de cristal líquido da câmera, as baterias não-recarregáveis
se esgotarão em poucas horas de uso. Por exemplo, uma pequena e prática
câmera Olympus Brio do tipo mirar e bater que testei ficou sem
bateria depois de sete fotos batidas em apenas algumas horas de uso.
Inserindo
o cartão de memória Praticamente todas as câmeras
digitais vêm com pelo menos um pequeno cartão de memória,
"memory stick", ou cartão multimídia. Certifique-se de que
a câmera esteja desligada quando inserir (ou ejetar) o cartão de memória.
Localize a porta ou o compartimento que abriga o cartão de memória,
que geralmente possui símbolos impressos indicando como o cartão
deve ser inserido. Por exemplo, se a sua câmera utilizar um cartão
SmartMedia, certifique-se de que a parte com a ranhura do cartão seja
inserida de acordo com o diagrama na câmera. Geralmente, a câmera não
aceitará o cartão se você tentar inseri-lo ao contrário.
Fotos
de teste
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Os
cartões de memória para as câmeras digitais estão disponíveis
em muitos tipos, tamanhos e preços.
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Enquanto
as baterias estão sendo carregadas, analise a figura que identifica
os controles básicos. Se a câmera incluir um cabo adaptador CC,
conecte-a à parede enquanto espera as baterias carregarem. Tire
algumas fotos com a câmera usando as configurações de fábrica.
Diferentemente
da exposição instantânea com a qual você está acostumado quando
pressiona o botão disparador de uma câmera monoreflex ou automática,
a exposição de uma câmera digital demora mais porque a câmera
precisa registrar a imagem no cartão de memória. O tempo necessário
depende da câmera e da velocidade do cartão de memória. Algumas câmeras
indicam tempo de leitura com uma ampulheta; outras utilizam uma luz na
área do visor para indicar que as informações estão sendo
transmitidas para o cartão. O importante é saber que você não deve
desligar a câmera até que a imagem tenha sido inteiramente gravada
no cartão; caso contrário, a imagem será perdida.
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|
|
Usando
as configurações de fábrica, passe um ou vários dias
tirando os tipos de foto que você normalmente tira. Essas
fotos se tornarão seu ponto de referência para fazer ajustes
nas configurações da câmera.
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|
Ao
fotografar, verifique as fotos usando o monitor de cristal líquido da
câmera. Algumas câmeras digitais exibem brevemente a foto que acabou
de ser tirada na tela de cristal líquido. Para manter a imagem por
mais tempo na tela, você geralmente precisa alternar para um modo de
reprodução e usar um mostrador para percorrer as imagens. Em alguns
modelos, é preciso desligar a câmera e depois ligar o monitor para
ver as imagens. Na maioria dos outros modelos, você ativa o mostrador
principal no modo de reprodução.
Dica Use
a reprodução das imagens na tela de cristal líquido para ter uma idéia
geral do que precisa ser ajustado, mas não considere a imagem exibida
na tela como prova final. Geralmente não se recomenda ajustar
elementos como o contraste usando a tela de cristal líquido como
guia. Na maioria dos casos, você não vai saber ao certo como ajustar
a imagem até que ela apareça no computador. Use a imagem da tela de
cristal líquido para determinar se você deve fazer ajustes, tais
como afastar-se, adicionar mais ou menos luz, entre outros.
Assim
que as baterias forem carregadas, coloque-as na câmera. Em seguida,
tire as fotos. Encha o cartão de memória com fotos, todas tiradas
usando as configurações de fábrica. Tire uma variedade de
fotos—algumas fora, outras dentro de casa com e sem o flash, e
outras na sombra ou com pouca luz. Essas fotos serão seu ponto de
referência a partir do qual você poderá ajustar as configurações
das imagens com superexposição, subexposição, etc.
Observação
Muitas novas câmeras digitais incluem um visor que mostra a exposição
e as configurações para cada imagem. Com algumas câmeras, você
pode visualizar essas informações de exposição no computador
depois de fazer o download das fotos, de modo qu torna-se fácil ter
um ponto de referência. Se a sua câmera não exibir as configurações,
o manual da câmera geralmente também fornece uma tabela com as
configurações de fábrica.
No
computador
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Pratique
usando o visor e a tela de cristal líquido para garantir que
a sua composição apareça na imagem final da forma
pretendida.
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A
única maneira que você vai saber se as configurações de fábrica
precisam de ajuste é ver as fotos no computador. Na hora de fazer o
download das fotos da câmera para o computador, existem várias opções,
algumas mais caras do que outras.
Fácil,
mas não de graça A preparação para fazer o download
das imagens para o computador pode exigir que você procure na parte
de trás do computador por uma conexão USB disponível ou remova
alguns acessórios do seu laptop para disponibilizar um slot. Você
pode simplificar o processo de download comprando uma leitora de cartões
de memória, leitora de "memory stick" ou, para laptops, um
adaptador de placa PCMCIA. Na verdade, eu recomendo uma leitora ou um
adaptador como o segundo acessório mais importante que você pode
comprar, logo depois das baterias recarregáveis.
Com
uma leitora de cartões de memória, você conecta a leitora de cartões
ao seu computador, geralmente com um cabo USB. A leitora de cartões
fornece um slot no qual você insere o cartão de memória. Com um
adaptador de placa PCMCIA, você insere o cartão de memória em um
lado do adaptador e, em seguida, insere o adaptador em um slot livre
no seu laptop.
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Tente
fotos sob diferentes condições de iluminação. Essa foto
foi tirada com uma câmera digital Canon G2 em luz
fluorescente com um flash e o ajuste de branco ("white
balance") definido para flash.
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A
leitora ou o adaptador aparece como uma unidade no seu computador,
exatamente como a unidade de CD-ROM ou de disquete. Para ver a
unidade, clique duas vezes no ícone Meu computador na área de
trabalho do Windows e, em seguida, clique duas vezes na unidade da
leitora de cartões, que geralmente aparece como um disco removível
com uma designação da letra da unidade entre parênteses. Selecione
todas as fotos e copie-as para uma pasta no disco rígido do seu
computador.
Fácil,
mas definitivamente não de graça Adquira o Microsoft®
Picture It!®, que facilita o processo de download. Caso seu
computador atenda aos requisitos, adquira o Windows XP que também
facilita o download detectando automaticamente a câmera quando você
a conecta ao computador e, em seguida, oferecendo uma variedade de opções
de download.
Dica Se
estiver usando o Windows XP, verifique o site do fabricante da câmera
para ver se existe uma atualização específica para o Windows XP.
Comece consultando a seção técnica ou de downloads do site do
fabricante. Em seguida, faça o download dos patches ou atualizações
para o Windows XP, se houver.
Mais
difícil, mas de graça Se quiser economizar dinheiro,
poderá se arriscar usando o cabo fornecido com a câmera, o manual de
instruções e seus instintos. É verdade que o novo recurso de conexão
automática USB oferecido por muitos fabricantes de câmeras facilita
o processo, mas além de informar como instalar o software fornecido,
a maioria dos manuais das câmeras deixam que você descubra por conta
própria como colocar as fotos em uma pasta no seu computador. A única
exceção que vale a pena mencionar são os manuais da Canon, que
fornecem instruções detalhadas e excelentes sobre como fazer o
download de imagens.
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Experimente
recursos interessantes como a configuração de
preto-e-branco. Essa foto foi tirada com uma Nikon D1.
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Encontrando
as suas fotos Se você usar um programa de edição de
imagens, como o Picture It!, para fazer o download de fotos, como padrão,
elas geralmente serão salvas na pasta Minhas fotos. Mas você pode
salvar as fotos em outra pasta no disco rígido do seu computador. O
mesmo se aplica se você fizer o download usando o Windows XP, que
oferece várias opções para trabalhar com imagens, incluindo salvá-las
em uma pasta no seu computador.
Se
você usar o programa de visualização de imagens do fabricante, como
o Olympus Camedia Master, poderá selecionar todas ou algumas das
imagens e, em seguida, selecionar ou arrastar e soltar as imagens em
uma pasta no disco rígido do seu computador.
Importante Resista
à tentação de excluir ou mudar as pastas no cartão de memória
enquanto estiver trabalhando no computador. O cartão de memória é
formatado para armazenar fotos e pode incluir informações
importantes para as funções da câmera.
Edição
básica de imagens
Depois
que as fotos estiverem seguras em uma pasta no disco rígido do
computador, inicie o programa de edição de imagens. Sim, é verdade
que você pode usar o programa de edição de imagens que acompanha a
câmera. Mas se o programa fornecer apenas as funções de edição básicas,
você ficará muito mais satisfeito com um programa que ofereça
recursos completos, como o Picture It!
No
programa de edição de imagens, abra a pasta contendo as fotos que
você transferiu da câmera. Na maior parte dos programas e certamente
no Picture It!, você pode arrastar uma foto para o software de edição
de imagens ou abrir uma foto no menu Arquivo.
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|
Tire
mais de uma foto usando diferentes configurações de ajuste
de branco e velocidade do obturador. Depois, guarde a foto que
mais se aproxima do que você pretendia. O vermelho vivo e a
nitidez das bordas desta imagem eram exatamente o que eu
queria.
|
|

|
Se
tiver tirado fotos verticais, o primeiro passo é girá-las. No
Picture It!, use o comando Tamanho & posição e escolha a
opção de rotação adequada. Assim que as fotos estiverem na orientação
correta, salve uma cópia usando um nome novo e mais descritivo.
Dica
Os fabricantes de câmeras têm esquemas de nomenclatura padrão que
geralmente estão longe de ser intuitivos e dificultam a localização
rápida de uma foto específica mais tarde. Entretanto, os esquemas de
nomenclatura padrão são úteis, porque eles fornecem uma maneira de
controlar o número de fotos tiradas e, em alguns casos, a data. Para
obter o melhor dos dois mundos, quando eu salvo uma cópia de uma
foto, simplesmente adiciono um nome reconhecível ao início do nome
do arquivo original. Assim, tenho uma cópia de trabalho com um nome
mais amigável, como DiaGeladoDSC_2766.TIF.
Salve
a cópia da imagem original em um formato de arquivo sem perdas
que retém todas as informações da imagem quando a salva, como o
formato TIFF ou Picture It! Photo's MIX. Formatos de arquivo com
perdas como o JPEG, em comparação, descartam informação para
economizar espaço na compactação das imagens. É interessante
salvar todos os bits da imagem para que você possa fazer boas cópias
dela mais tarde. Mesmo se a imagem original estiver em formato JPEG, não
edite nem salve usando o formato JPEG.
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Embora
as câmeras mais novas permitam utilizar mais regras para o
manuseio da câmera, existe um limite para a velocidade mínima
do obturador que pode ser usada quando estiver segurando a câmera
em suas mãos. Nessa foto, a trepidação da câmera é
evidente.
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|
Importante Você
deve sempre trabalhar com a cópia da imagem, não com o original.
Se
existe algum elemento que obviamente precise de correção na imagem,
como matiz, brilho e contraste, ou olhos vermelhos, use os recursos de
retoque do programa para ajustar a imagem.
Muito
importante, olhe todas as imagens para ver que temas de correção
recorrente aparecem. Por exemplo, se todas ou muitas das imagens estão
com superexposição (muito claras), passe a utilizar a opção de
compensação de exposição da câmera nas cenas que tiverem
superexposição.
Ajustando
as configurações da câmera
Sua
primeira tentativa de uso da câmera digital deve ter fornecido uma
visão geral dos recursos da câmera em situações normais de uso das
configurações padrão. Agora você sabe quais configurações devem
ser ajustadas e quais delas devem continuar como estão.
Se
estiver imaginando por que deve ajustar as configurações da câmera
quando pode corrigir tantos elementos da foto no computador, a
resposta é simples: a edição de imagens deve ser feita com a imagem
de melhor qualidade possível. Isso poupa tempo e torna a edição de
imagens muito mais agradável. Embora o software de edição de
imagens seja incrivelmente útil, existem coisas que ele não pode
corrigir, incluindo foco ruim, matizes extremamente ruins e graves
subexposições ou superexposições.
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Em
algumas câmeras, o ajuste de branco é crítico. Essa foto
foi tirada em luz de tungstênio com o ajuste de branco
definido para Auto. A cor teria ficado melhor com o ajuste de
branco definido para tungstênio.
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Mais
uma vez, consulte o manual de instruções da câmera para descobrir
como alterar as configurações, geralmente usando os menus na tela de
cristal líquido da câmera. Além disso, verifique que botão é
usado para confirmar e salvar as configurações alteradas.
Qualidade
da imagem Consulte o manual da câmera para ver como
definir a qualidade da imagem. Dependendo da câmera, você pode
escolher entre definições de qualidade como Básica ou Baixa,
Normal, Boa, Alta ou Excelente. As definições Alta e Excelente
resultam em arquivos de imagens maiores, o que, previsivelmente, reduz
o número de imagens que podem ser armazenadas em um cartão de memória,
mas resulta em imagens impressas de melhor qualidade.
A
maioria das câmeras usa o formato JPEG para as configurações básicas
e normais. Esse formato de arquivo é amplamente aceito para armazenar
imagens fotográficas com o uso de diferentes índices de compactação.
Embora a compactação do formato JPEG reduza o tamanho do arquivo de
imagem, ela também ocasiona perdas: descarta algumas das informações
na imagem original para reduzir o tamanho do arquivo. Reter todas as
informações da imagem original é importante para obter cópias de
qualidade. Consulte o manual de instruções para obter recomendações
sobre os índices de compactação, como Normal, Bom e Excelente, que
podem ser escolhidos como um subconjunto das resoluções básicas de
algumas câmeras.
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Um
problema clássico com câmeras digitais é a perda de detalhe
em áreas brancas sob luz forte, tais como flash. Experimente
a câmera com as configurações de flash para reduzir o
problema das áreas brancas.
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A
sua câmera também pode oferecer a opção de armazenar arquivos em
formato TIFF ou RAW, que são formatos sem perdas, o que quer dizer
que nenhuma informação é descartada para compactar os arquivos.
Esses tipos de arquivo são grandes porque não são compactados. O
formato RAW, que gera arquivos que são consideravelmente menores do
que o formato TIFF, geralmente requer que você use o software do
fabricante para visualizar e salvar imagens. Desse ponto em diante,
você pode salvar as imagens em formato TIFF ou outro formato sem
perdas.
Que
definição você deve escolher, então? Se souber como as imagens serão
usadas antes de tirar as fotos, você poderá definir a qualidade da
imagem de forma apropriada. Por exemplo, se estiver fotografando uma
festa de aniversário infantil e deseja enviar as imagens para uma
comunidade da Web, mas tem certeza absoluta que não vai querer cópias
ampliadas das fotos, a definição Básica ou Normal é suficiente. No
entanto, se houver alguma chance de você imprimir as fotos, use a
maior definição de qualidade da sua câmera e leve cartões de memória
adicionais com você.
Ajuste
de branco ("white balance") Se estiver
fotografando em ambientes fechados com iluminação doméstica (de
tungstênio ou incandescente) ou fluorescente sem flash, ou se estiver
usando flash, ou fotografando em ambientes sem iluminação natural,
defina o ajuste de branco. Quando o ajuste de branco for definido, a câmera
vai "filtrar" automaticamente a iluminação, produzindo cor
precisa na imagem final. O ajuste de branco é como usar um filtro FLD
ou 80B em uma monoreflex quando você está fotografando com filme
para uso diurno em ambientes fechados.
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Nessa
foto, tirada com uma Olympus D230, o ajuste de branco foi
definido para tungstênio em luz de tungstênio e o tom da cor
é muito frio.
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Além
disso, a maioria das câmeras tem configurações de compensação
para vários tipos de luz, incluindo condições de sombreado ou
nublado. Muitas câmeras também permitem que você defina o ajuste de
branco usando uma folha de papel branca para obter o melhor equilíbrio
para as condições.
A
melhor recomendação é definir o ajuste de branco para luz ambiente
e verificar a imagem. Descobri na minha câmera, por exemplo, que a
configuração Automática produz um tom de cor mais verdadeiro em luz
de tungstênio do que na definição Tungstênio.
Equivalência
ISO ISO indica a sensibilidade à luz ou a velocidade
do filme. Em uma câmera digital, você pode definir a sensibilidade
à luz usando a definição ISO. Alterar essa configuração para um
valor mais rápido, digamos, 400 ou 800, permite tirar fotos em condições
de pouca luz sem flash. Por exemplo, dobrar a definição ISO equivale
a reduzir a abertura em um valor f ou aumentar a velocidade do
obturador em um valor acima. Se estiver fotografando a uma equivalência
ISO de 100 a f/5.6 a 1/100 de um segundo, alterar a ISO para 200 reduz
o tempo do obturador para 1/200 de um segundo a f/5.6.
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Nessa
foto, tirada com a Olympus D230, o ajuste de branco foi
definido para automático em luz de tungstênio e o ajuste de
branco tem uma aparência mais natural.
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Como
ocorre com o filme, no entanto, quanto mais alta for a definição
ISO, mais "granulação" ou, nesse caso, ruído digital,
estará presente na imagem. Mas a granulação pode não ser percebida
exceto nas definições ISO mais altas. Para as cenas com pouca luz,
defina ISO para 400, 800 ou um valor superior, se a câmera oferecer
essa opção. Tire fotos de teste nas definições altas e veja se os
resultados são aceitáveis. Se não forem, reduza a definição ISO.
Redução
de olhos vermelhos Quase todas as novas câmeras
incluem uma definição de redução de olhos vermelhos nas opções
de flash dos menus de fotografia. É importante observar que os
fabricantes chamam o processo de redução, e não eliminação
de olhos vermelhos por um bom motivo. Você provavelmente ainda
precisará usar seu software de edição de imagens para corrigir
olhos vermelhos. Observe também que ativar a redução de olhos
vermelhos pode aumentar o tempo de atraso do obturador. (Vou discutir
esse tópico mais adiante neste artigo.)
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Não
se esqueça, como aconteceu comigo aqui, de ativar a redução
de olhos vermelhos.
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Medição Um
pequeno conjunto de opções de medição permite um maior controle
criativo sobre suas fotos. Para fotos gerais, de propósito
abrangente, fique com a medição multipadrão se a sua câmera
oferecer essa possibilidade. Essa opção mede ao redor da área de
foco selecionada, em vez de medir o centro do enquadramento. Ou, se
você tiver uma câmera Nikon, como a CoolPix 995, use a opção de
medição de matriz, que determina a exposição de 256 elementos para
equilibrar o tema e o fundo. Se não tiver essas opções de medição,
use a medição centrada.
Mas
não descarte as outras opções de medição. Por exemplo, em fotos
macro, um fotômetro que mede pontos específicos de luz pode ser
exatamente o que você precisa.
Foco Seguindo
o caminho das câmeras monoreflex, a maioria das câmeras digitais
oferece algumas opções de focalização. Para fotos corriqueiras,
use o foco automático. Para fotos de ação, experimente usar as opções
de focalização contínua ou no tema mais próximo. Para fotos macro,
você talvez queira alternar para o foco manual, se a câmera oferecer
essa opção.
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Os
olhos vermelhos também podem ser reduzidos evitando-se mirar
a câmera direto nos olhos do tema a ser retratado.
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As
opções de focalização variam conforme a câmera, por isso
certifique-se de ler o manual de instruções para ver que opções a
sua câmera possui. Por exemplo, a Canon G2 oferece modo de Foco Pan,
que é perfeito para capturar cenas de ação onde não é possível
prever a posição do tema retratado ou a distância focal. Neste
modo, a câmera predefine a configuração máxima da grande angular.
Outras
configurações Como a maior parte das câmeras do tipo
mirar e bater, as câmeras digitais geralmente têm modos de
fotografia que permitem controlar a profundidade do campo. Esse
controle criativo é valioso para tirar de foco o fundo de um retrato
e obter a máxima profundidade de campo em fotos de paisagens. As câmeras
mais recentes fornecem mais modos. Por exemplo, a Canon oferece um
modo de cena noturna que ilumina o tema a ser retratado com o flash e
captura o fundo a uma velocidade mais lenta do obturador para fazer a
exposição correta de ambos.
Experimente
os controles criativos, incluindo preto-e-branco, sépia e outros
efeitos de cor. Brinque com o modo de filmagem e os modos panorâmicos
("stitch-assist"), caso sua câmera ofereça essa opção.
Atraso
do obturador
Um
dos primeiros aspectos que você talvez observe quando tirar uma foto
com uma câmera digital é o atraso entre o momento em que você
pressiona o botão disparador e o momento do término da exposição.
Esse atraso é chamado de atraso do obturador. Algumas câmeras
mais recentes, como a Olympus C-4040, diminuíram significativamente o
tempo de atraso. Em outras câmeras, no entanto, o atraso ainda é
grande o suficiente para causar imagens borradas.
Para
ajudar a compensar o atraso do obturador, recomenda-se o seguinte:
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Tire fotos de
teste para determinar qual é o atraso de obturador da sua câmera
e, em seguida, preveja o atraso enquanto fotografar. Em outras
palavras, comece a fotografar antes que a ação comece.
-
Desative a
redução de olhos vermelhos.
-
Pratique não
movendo a câmera depois de pressionar o botão disparador. Se você
mover a câmera antes do clique ou do tom que indica que a exposição
está completa, você poderá borrar a imagem.
-
Tente usar o
modo "burst", a capacidade da câmera de tirar uma seqüência
rápida de fotos. Escolha a melhor foto e exclua o resto.
-
Algumas câmeras
também oferecem uma opção de "melhor foto", que
permite tirar uma série de fotos rapidamente e deixar a câmera
escolher a melhor.
Tirando
muitas fotos
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As
câmeras mais recentes, como a CoolPix 995, fazem um excelente
trabalho com cenas de pouca luz, como essa foto, que foi
tirada ao entardecer.
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Isso
abrange o básico para a maioria das câmeras digitais.
Lembre-se
de que o item mais importante é conhecer bem a sua câmera.
O
segundo ponto mais importante é usar a câmera todos os dias. Se você
for como a maioria das pessoas, verá que a sua câmera digital
melhorará significativamente suas técnicas de fotografia e que o número
de fotos que você vai tirar dobrará ou triplicará dentro de semanas
ou meses.
Use
a câmera para tirar fotos que nunca tirou com filme. Você não está
pagando o filme nem a revelação, por isso pode experimentar, pode
aprender e tirar ótimas fotos que durarão para sempre.
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